A Nova Política de Comercialização de Diamantes
Durante os últimos oito anos, Angola comercializou os seus diamantes para o resto do mundo através de um Canal Único, mas acha, agora, que é uma modalidade pouco flexível. Na prática, o sistema de comercialização então em vigor traduzia-se no funcionamento do “Canal Único de Comercialização” no qual a SODIAM desempenhava o papel reitor de toda a actividade de comercialização, interagindo com todos os agentes do processo, designadamente: Produtores do mercado formal; ASCORP (entidade envolvida na compra directa de diamantes do mercado informal); Fábrica de Lapidação; e Compradores finais no exterior do país.
Com a mudança do quadro político, a SODIAM deverá passar a assumir o papel de “Central de Compra e de Venda” da produção nacional na realização da sua actividade como “Canal Único de Comercialização”.
Para o efeito, segundo a nova política, ela deverá definir os objectivos e metas a atingir anualmente, com base em dados relativos à procura e oferta de diamantes brutos e lapidados a nível nacional e mundial, privilegiando a capacitação técnico-profissional dos seus quadros.
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